Filosofia – Profª orientadora Cinthya Lima
Os alunos do 1º B apresentam – o que é real em nosso conhecimento – a sua impressão (releitura) em relação ao Mito da Caverna, escrito por Platão, em um dos famosos diálogos protagonizados por Sócrates, o pai e fundador da tradição filosófica ocidental. Nesse diálogo, fica claro que se trata de uma construção da linguagem que utiliza imagens simbólicas, isto é, busca-se mostrar o problema da distinção entre a ilusão e a verdade sobre a realidade das coisas.
Língua Portuguesa – Profªs. orientadoras Adriana Tumissa, Marlene Mucida e Silmara Melo.
O 2º ano D – Machado, das páginas para as telas. 100 anos sem Machado – estabelece um diálogo entre personagens da obra machadiana relacionando-as com o imaginário cinematográfico, enfocando a importância, as contribuições de Machado de Assis para a construção da identidade nacional a partir de sua obras e da sua imortalidade literária.
Sociologia e Atualidades – Profª orientadora Célia Fonseca
Com uma câmera na mão e uma idéia na cabeça: Cinema Novo, os alunos do 2º ano C abordam o que se chamou na história do cinema brasileiro “cinema novo”, que pelas suas idéias inovadoras, custos reduzidos e a necessidade de mostrar uma realidade bem mais próxima do real se configura como mais um elemento da construção da identidade nacional, mostrando um país de pluralidade cultural, de desigualdades, de falta de um projeto político no período abordado.
Matemática e Educação Física – Profºs orientadores Aléxis Teixeira e Ivan Krebs
O 1º ano C vem Fazendo cinema numa abordagem metalingüística, isto é, apresentam o fazer cinematográfico fazendo-o, usando como suporte textual a história da Matemática e o conhecimento das relações e consciência corporais.
Geografia – Profº orientador Aderbal Santana
Os alunos do 1º ano A em Aqui também se faz Hollywood estabelecem um diálogo comparativo entre o cinema nacional e o cinema hollywoodiano. Os alunos numa abordagem sócio-econômica chamam a atenção para os novos mecanismos de apoio à produção, baseados em incentivos fiscais e numa visão neo-liberal de "cultura de mercado", que conseguem efetivamente aumentar o número de filmes realizados e levar o cinema brasileiro de volta à cena mundial. A partir de alguns filmes com uma temática atual e novas estratégias de lançamento, como Cidade de Deus (2002) de Fernando Meirelles, Carandiru (2003) de Hector Babenco e Tropa de Elite (2007) de José Padilha, eles mostram que o nosso cinema tem alcançado grande público no Brasil e perspectivas de carreira internacional.
Química e Educação Física – Profºs orientadores Marcos Mendonça e Marcos Vinícius de Almeida.
Sabendo que efeito especial é qualquer técnica utilizada para se produzir um efeito que não é possível de maneira convencional e que este é elementar na elaboração cinematográfica, os alunos do 2º ano A apresentam Efeitos Químicos, trazendo para o palco situações como vidro inquebrável , sangue falso e fogo que não queima, relacionando estas situações à consciência corporal necessária para execução de uma boa cena.
Física – Profºs orientadores Caíque Galvão e Beto Dourado
Numa premiação do Oscar, com a presença de ilustres personagens do cinema, o estudo do movimento e a ótica são abordados pelos alunos do 1º ano D e 2º ano B, retratando os efeitos especiais na perspectiva dos Efeitos Físicos. Essa apresentação corrobora a idéia do “efeito” indispensável na indústria do entretenimento – cinema, televisão – para realização de cenas que não podem ser obtidas por meios normais ou por ação ao vivo.
domingo, 12 de outubro de 2008
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